O Tribunal de Contas da União (TCU) entregou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma relação contendo mais de 6,1 mil gestores com contas julgadas irregulares nos últimos oito anos. O documento foi formalizado pelo presidente do TCU, Vital do Rêgo, ao presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, servindo de base para a análise do cumprimento dos critérios de elegibilidade nas eleições de outubro.
A lista consolida julgamentos definitivos sobre desvio de verbas, omissão de contas e danos aos cofres públicos, abrangendo diversos agentes públicos — entre os quais figuram 135 vereadores e 114 prefeitos de municípios de pequeno porte. Embora a inclusão não implique inelegibilidade automática, os dados subsidiarão juízes e procuradores eleitorais na impugnação de candidaturas incompatíveis com a legislação.
O processo serve como preparação para o pleito geral deste ano, com o primeiro turno agendado para 4 de outubro e o segundo turno para dia 25 do mesmo mês. A consulta às contas julgadas irregulares permanece aberta ao público e aos partidos políticos no portal oficial do TCU, contando com atualizações contínuas até a diplomação dos eleitos.
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