A travessia improvisada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que construiu um aterro, em substituição à ponte que existia sobre sobre o Rio Autaz Mirim, que desabou no último dia 8 de outubro, não sobreviverá à cheia dos rios no Amazonas.
A avaliação é do deputado estadual Serafim Corrêa (PSB) que classificou a solução como paliativa e provisória, com duração de poucas semanas.
A ponte improvisada foi feita com o aterro de parte do leito do rio, mas ainda há restrições ao tráfego de veículos no trecho devido à precariedade do serviço. A passagem improvisada foi liberada de forma provisória na última terça-feira, 25, pelo Dnit. O órgão ainda não informou quando a construção da ponte será concluída para garantir travessia segura para condutores e pedestres.
Já sobre a ponte do rio Curuçá, que desabou em 28 de setembro, segue sem solução por parte do Dnit e o tráfego continua interrompido. Moradores do local ainda aguardam pela chegada de uma balsa que deverá fazer o trabalho de transporte de pessoas e de cargas entre as duas margens. Serafim disse que com a enchente o aterro será levado pela força da água do Rio Autaz Mirim retornando o isolamento, que afeta cerca de 100 mil pessoas no interior do estado.
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