Relatório aponta que mudanças climáticas e pressão sobre recursos hídricos provocaram alguns dos períodos de seca mais extensos e prejudiciais já registrados desde 2023.
Estudo destaca que regiões como o sul da África, o Mediterrâneo, o sudeste asiático e a América Latina enfrentaram no período os efeitos mais severos do fenômeno. No Brasil, a seca extrema que atingiu a Amazônia entre 2023 e 2024 é descrita como um dos eventos mais graves do período, com impactos profundos sobre os ecossistemas e as populações ribeirinhas do bioma.
A estiagem fez os níveis dos rios caírem a recordes históricos, provocando a morte de animais, comprometendo o abastecimento de água, a navegação e o atendimento básico de saúde em áreas isoladas do norte do país. Ao todo, o relatório analisou centenas de fontes governamentais, científicas e da mídia para destacar os impactos do fenômeno nas mais diferentes regiões do globo.
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