"A história é tão irreal, e ontem se tornou real para muitos de nós nesta comunidade", disse ele.
A comunidade Tk"emlúps te Secwépemc no interior sul da Colúmbia Britânica, onde a escola estava localizada, divulgou um comunicado na quinta-feira (27) dizendo que uma "perda impensável foi anunciada, mas nunca fora documentada".
"No fim de semana passada, com a ajuda de um especialista em radar de penetração no solo, a verdade nua e crua das descobertas
"Pelo que sabemos, essas crianças desaparecidas tiveram mortes não registradas", disse ela no comunicado.
Por décadas, McLeod disse que ele e ex-alunos se perguntavam o que teria acontecido com amigos e colegas de classe.
"Às vezes as pessoas não voltavam, ficávamos felizes por eles, pensávamos que haviam fugido, sem saber se o fizeram ou o que quer que lhes tenha acontecido", disse McLeod.
"Haviam discussões que isso pode ter acontecido, que eles poderiam ter morrido", afirmou ele, acrescentando: "O que eu percebi ontem foi o quão forte eu era, quando menino, o quão forte eu era para estar aqui hoje, porque eu sei que muitas pessoas não foram para casa".
A escola Kamloops Indian Residential foi uma das maiores do Canadá e funcionou do final do século 19 ao final da década de 1970. Foi aberta e administrado pela Igreja Católica até que o governo federal o assumiu no final dos anos 1960.
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