O alto nível de endividamento e a pressão sobre o orçamento das famílias estão afetando até o mercado de saúde suplementar brasileiro. Com 49,8% das famílias endividadas e uma inadimplência de 7,2% registrada em abril pelo Banco Central, a capacidade de absorver os aumentos das operadoras está limitada.
Em dez anos, entre 2015 e 2025, os planos de saúde coletivos acumularam um reajuste de 383,5%, um salto mais de quatro vezes superior à inflação de 84% do período.
Esse descolamento entre custo e renda leva os brasileiros a reconsiderar os investimentos em planos de saúde. Isso pode ser visto no aumento de buscas de plataformas digitais que comparam preços e benefícios de planos.
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