Na manhã dessa terça-feira (9), no Palácio do Planalto foi realizada uma reunião convocada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para avaliar as ações de proteção e assistência ao povo Ianomâmi implementadas no ano passado pelo governo federal.
Na ocasião, Lula destacou as orientações a serem realizadas: “de uma vez por todas, definir o que o governo vai fazer para evitar que os indígenas continuem sendo vítimas de massacres, vandalismo, garimpagem e de pessoas que querem invadir as áreas preservadas que têm dono, que são os indígenas, e que não podem ser utilizadas (exploradas)”.
Participaram da reunião o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros da Casa Civil, Rui Costa; dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara; da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino; da Defesa, José Múcio; do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias; da Saúde, Nísia Trindade; da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida; da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha; da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta; além do advogado-geral da União, Jorge Messias; da presidente da Funai, Joenia Wapichana; do chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), almirante de esquadra Renato Rodrigues de Aguiar Freire, da secretaria executiva da Casa Civil, Miriam Belchior; do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; e do diretor da Amazônia e Meio Ambiente da PF, Humberto Freire de Barros.
Para o presidente, os povos ianomâmis são vítimas de uma grave crise humanitária, decorrente da exploração ilegal de ouro e outros recursos naturais, ao longo dos quatro anos do governo de Jair Bolsonaro (PL), é “uma questão de Estado” e que é preciso usar “todo o poder da máquina pública para deter (essas atividades ilegais)”.
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