Vendidos em farmácias e supermercados a partir dos 2,9 euros (cerca de R$ 18,4), os autotestes para detecção da Covid-19 já fazem parte do dia a dia de quem mora em Portugal.
Autorizados desde março de 2021, eles são cada vez mais procurados pela população. De reuniões de trabalho a confraternizações entre amigos, há muitos convites que já vêm com a indicação de apresentação de, pelo menos, um autoteste negativo.
Na semana anterior ao Natal, as farmácias portuguesas venderam mais de 1,3 milhão de autotestes para o SARS-CoV-2.
Embora os testes em casa sejam menos sensíveis do que exames laboratoriais, vários especialistas em saúde pública consideram que eles são uma ferramenta importante para auxiliar na identificação de casos positivos, sobretudo no contexto atual de rápido contágio.
Os autotestes ainda não são autorizados no Brasil, mas já há várias entidades que pedem a liberação da utilização no país.
Nesta semana, o governo português ampliou as possibilidades de utilização oficial dos autotestes. Eles passaram a ser aceitos também para a participação em grandes eventos -com mais de 5 mil pessoas-, desde que feitos no momento da entrada e na presença de um funcionário responsável
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