Presos em pelo menos 16 prisões venezuelanas entraram em greve de fome para protestar contra as condições carcerárias e os atrasos na revisão de seus julgamentos, segundo informações compartilhadas por organizações não governamentais em redes sociais. Familiares dos detentos também se manifestaram em frente ao tribunal de Caracas, pedindo que as exigências dos prisioneiros sejam atendidas e que as condições prisionais melhorem.
A superlotação, as más condições de saúde e a escassez de alimentos estão entre os problemas enfrentados nas prisões da Venezuela, levando a protestos pacíficos em várias penitenciárias desde domingo. O Ministério da Comunicação e Informação da Venezuela não forneceu imediatamente um comentário sobre a situação. Enquanto isso, o presidente Nicolás Maduro nomeou Julio Zerpa como chefe dos assuntos penitenciários do país em meio aos protestos e greves nas prisões.
Essa série de eventos destaca a grave situação enfrentada pelos presos na Venezuela e a preocupação crescente com as condições carcerárias no país. Os protestos refletem a insatisfação generalizada com o sistema prisional venezuelano e a busca por mudanças significativas para melhorar as condições dos detentos.
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