O primeiro sinal é uma coceirinha na base das narinas, que vai aumentando gradativamente até “subir” para a parte interna do nariz. Pode ser que o primeiro sinal seja apenas um engano, pois por poucos segundos a sensação não está mais lá, até que vem e você não consegue segurar e a-a-a-atchim! Saúde! Isso foi um espirro!
“Espirrar é uma resposta fisiológica à irritação do revestimento epitelial respiratório do nariz. O processo geralmente começa com a liberação de substâncias químicas como a histamina ou leucotrienos. Essa liberação química é causada por infecções virais respiratórias, partículas filtradas, alérgenos (substâncias que desencadeiam reações alérgicas) ou irritantes físicos, tais como fumaça, poluição, perfumes e ar frio.
Isso leva a fuga de líquido dos vasos do nariz, causando sintomas de congestão nasal e gotejamento. Além disso, as terminações nervosas são estimuladas, o que leva à sensação de coceira”, explica George Teixeira , neurologista infantil do Hospital Luzia de Pinho Mello, de Mogi das Cruzes.
Os irritantes que podem provocar espirros são vários, como frio repentino, luminosidade intensa, poeira, vírus e bactérias, que são encarados como agressões.
Simplificando, podemos dizer que o espirro é causado por uma irritação ou por um bloqueio de bactérias na garganta, pulmões e passagens de ar do nariz. E tem uma função muito nobre: expulsar do corpo algo que está incomodando o organismo. “O espirro é uma expiração espasmódica violenta, súbita e audível de ar através do nariz e da boca, especialmente como um ato reflexo”, descreve o neurologista.
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