Mineradoras utilizam pilhas de rejeito como opção mais segura às tradicionais barragens, que estão proibidas no Brasil desde as tragédias em Minas Gerais. As pilhas de rejeito são como montanhas de lixo da mineração, mas não têm regulamentação federal e protocolo de fiscalização, o que as torna um risco.
Segundo a Agência Nacional de Mineração, não há cronograma de vistorias, nem uma equipe exclusiva para a fiscalização, como as barragens têm. O assunto só entrou na agenda regulatória do governo federal neste ano. Mineradoras dizem seguir padrões internacionais.
Enquanto isso, foram registradas ao menos quatro deslizamentos de pilhas em seis anos. Em dezembro de 2024, um deles deixou 250 pessoas desalojadas.
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