Nesta terça-feira, 24/10, a Polícia Federal deflagrou a Operação FRANK com o objetivo de interromper a atuação de um investigado que vem se passando por agente da Polícia Federal, não só em ambientes internos e privados, mas também em espaços públicos.
Na ação de hoje, policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão em desfavor do investigado, ambos expedidos pela 2ª Vara Federal de Niterói/RJ, na cidade de São Gonçalo/RJ.
Um exemplo da atuação do preso se deu quando o mesmo “prestou serviço” de apoio e segurança em ambos os turnos das últimas eleições, em uma zona eleitoral de São Gonçalo. Segundo relato de um servidor do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE/RJ), o homem estava uniformizado e portava uma suposta arma de fogo, além de distintivo.
O investigado também mantinha em seu celular fotos usando uniforme com emblemas da Polícia Federal, assim como colete tático, distintivo e suposta arma de fogo. O falso policial utilizava-se, ainda, de fotos tiradas em frente à Superintendência da PF no Rio de Janeiro para embasar sua história. Com o uso indevido dos símbolos da corporação, o criminoso se aproveitou de terceiros para subtrair dinheiro e até veículo de uma vítima.
O investigado responderá pelos crimes de falsificação do selo ou sinal público e armazenamento de conteúdo pornográfico infanto-juvenil, cujas penas máximas somam 10 anos de reclusão.
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