A Polícia Federal (PF) conduziu a segunda fase da Operação Venire, na quinta-feira (4), com o objetivo de investigar uma associação criminosa suspeita de inserir informações falsas de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde. Esta operação teve mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), direcionados a agentes públicos ligados ao município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Os alvos da operação incluem registros fraudulentos de vacinação atribuídos ao ex-presidente Jair Bolsonaro, seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid e seus familiares, todos supostamente cadastrados no sistema do município mencionado. A ação visa não apenas apreender documentos e dispositivos eletrônicos relevantes, mas também identificar novos indivíduos beneficiados pelo esquema fraudulento, conforme informado pela PF.
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