Um sensor de baixo custo que identifica a proteína associada à doença de Parkinson foi desenvolvido por pesquisadores das Universidades Federal de São Carlos (UFSCar) e Estadual de Campinas (Unicamp).
O diagnóstico geralmente ocorre tardiamente, mas com o novo sensor, a detecção precoce pode ser uma realidade. O sensor é eletroquímico e manufaturado em impressora 3D com filamento PLA combinado com grafeno e outros elementos condutores.
Quando amostras de plasma sanguíneo e fluido cerebrospinal são colocados em contato com o sensor, ele rapidamente identifica quantidades da proteína PARK7/DJ-1. A sensibilidade e precisão do teste são diferenciais que podem trazer diversos benefícios, pois o sensor é capaz de identificar sintomas fisiológicos da doença em qualquer estágio.
Com a inovação dos pesquisadores da UFSCar e Unicamp, espera-se que a detecção precoce da doença de Parkinson seja mais viável, proporcionando aos pacientes uma melhor qualidade de vida e controle dos sintomas.
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