As reformas ultradireitistas do presidente da Argentina, Javier Milei, sofreram um revés nessa terça-feira (a6) por falta de apoio na Câmara dos Deputados, que voltará a discuti-las do zero em comissão.
A "Lei Ônibus", que teve seu texto-base aprovado na última sexta-feira, estava em plena votação artigo por artigo quando o líder dos deputados governistas, Oscar Zago, pediu que o projeto voltasse à comissão porque, segundo ele, os aliados na oposição ignoraram o compromisso de acompanhar capítulos-chave da iniciativa de Milei.
Alguns deles foram os poderes delegados, que permitem ao presidente governar por decreto, e a reforma do Estado. A votação foi interrompida justo antes de votar um sensível artigo sobre privatizações. A deputada opositora Myriam Bregman disse que "isso significa que eles têm que começar do zero".
Fonte: Agncia Reuters
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