De acordo com um levantamento publicado pela Anistia Internacional, as execuções de prisioneiros em todo o mundo atingiram seu maior número em cinco anos, com o Irã liderando o ranking. Além do Irã, outros países do Oriente Médio, nações africanas e os EUA também são mencionados como grandes praticantes da pena de morte.
Segundo o relatório, a Anistia Internacional registrou 883 execuções em 20 países no ano de 2022, representando um aumento de 53% em relação às 579 registradas em 2021. Esse número é o maior registrado nos últimos cinco anos pela organização desde 2017, quando foram registradas 993 execuções.
Um triste recorde foi registrado pela Arábia Saudita, que executou 81 pessoas em um único dia. No entanto, é Teerã que recebe maior destaque negativo internacionalmente, pois tem utilizado a pena de morte como forma de repressão durante os protestos populares que ocorrem no país. Por outro lado, quatro países são destacados de forma positiva.
Cazaquistão, Papua Nova Guiné, Serra Leoa e República Centro-Africana. Guiné Equatorial e Zâmbia aboliram a pena de morte apenas para crimes comuns. Além disso, Malásia, Libéria e Gana têm tomado medidas legislativas para acabar com a punição capital.
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