Um estudo desenvolvido pela Associação Brasileira de Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) traz uma nova abordagem para quantificar e precificar os danos climáticos causados pelo desmatamento ilegal, uma das principais fontes de emissões de dióxido de carbono (CO?) no Brasil.
O documento técnico propõe que os prejuízos ambientais sejam avaliados com base nos estoques de CO? liberados pela derrubada e conversão ilegal de vegetação nativa em todos os biomas do país.
A metodologia sugere o uso da taxa de US$ 5,00 por tonelada de CO? emitida, adotada pelo Fundo Amazônia, além da Calculadora de Carbono (CCAL) do Ipam, que estima a quantidade de carbono armazenado nas áreas florestais antes do desmatamento. Outros critérios podem ser estabelecidos para diferentes biomas. De acordo com as entidades, essa iniciativa visa a fortalecer a responsabilização dos responsáveis por crimes ambientais.
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