O presidente Rodrigo Agostinho, que tomou posse do cargo em fevereiro de 2023, encontrou o órgão com número de servidores reduzido, problemas com a fiscalização e autuação nos garimpos ilegais em alta, pela falta de fiscalização, havia muitas pendências, que estão sendo regularizados.
O atual presidente afirma que no ano anterior, conseguiu um avanço de 50% sobre as questões de desmatamentos na Amazônia, pegando os dados desse ano, o desmatamento também reduziu na Mata Atlântica, no Pantanal e no Pampa, em questão do cerrado, o presidente afirma que ainda tem um problema, para ser resolvido.
O presidente tem novos planos e metas estratégicas, bem definidas para esse início de 2024, para que continue a diminuição do desmatamento, do garimpo ilegal, a pesca predatória, a caça e a extração ilegal de madeira.
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