O Conselho de Ética do Senado deve ser reativado após dois anos sem atividades. O órgão é responsável por receber e analisar denúncias ou representações contra senadores, podendo resultar em medidas disciplinares, como advertências, censuras e até mesmo perda do mandato. O Conselho é composto por 15 titulares e 15 suplentes, que incluem membros governistas e de oposição.
Entre os titulares, destacam-se os nomes do senador Renan Calheiros (MDB-AL), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Davi Alcolumbre (União-AP) e Eduardo Braga (MDB-AM). Já os suplentes incluem nomes como Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Jader Barbalho (MDB-PA), Marcelo Castro (MDB-PI) e Ciro Nogueira (PP-PI). A composição atual é considerada equilibrada, com membros de diversos partidos.
O Conselho de Ética do Senado tem como função garantir a dignidade do mandato parlamentar, atuando em casos de infrações éticas ou quebra de decoro. Sua reativação é vista como um passo importante para fortalecer a imagem da instituição e combater a corrupção na política. A expectativa é que o órgão comece a atuar em breve, avaliando as denúncias apresentadas e tomando as medidas cabíveis.
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