Depois de se manter à frente do governo chinês por um inédito terceiro mandato, Xi parece determinado a concentrar ainda mais o comando do país em suas mãos. Na última terça-feira (28), em uma reunião da cúpula do governo que antecede o Congresso, o líder chinês afirmou que a reforma institucional em andamento será “mais relevante, mais intensiva, terá um alcance mais amplo e tocará em interesses mais profundos”, declarou.
Xiangnan espera que o Ministério da Segurança Pública, que gere a polícia, e o Ministério da Segurança do Estado, responsável pela segurança doméstica e pelas operações de inteligência no exterior, sejam colocados sob o comando do partido comunista, aumentando ainda mais a influência de Xi nas decisões relacionadas à segurança.
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