Uma façanha notável da inteligência artificial (IA) emergiu com pesquisadores que desenvolveram um sistema inovador, permitindo que uma mulher com paralisia grave se expressasse por meio de um avatar digital. A equipe empregou uma rede de 253 eletrodos estrategicamente implantados na superfície do cérebro da paciente, interceptando os sinais cerebrais e transmitindo-os para análise.
Os algoritmos de IA foram meticulosamente treinados para discernir os sinais cerebrais associados à fala, engendrando um sistema que decodifica palavras com base em fonemas. A voz empregada foi uma gravação preexistente da paciente. Através da orquestração de implantes cerebrais, os pesquisadores engendraram um sistema personalizado, combinando-o com um software que conjura expressões faciais no avatar da mulher.
Deste modo, à medida que seus sinais cerebrais se metamorfoseiam em fala, o avatar replica o sincronismo dos movimentos labiais, conferindo à paciente um inédito meio de comunicação. Como próximo passo nessa trajetória inovadora, os pesquisadores aspiram desenvolver um sistema remoto sem fio, viabilizando uma comunicação via avatar digital de forma mais prática e acessível para indivíduos afetados por paralisias severas.
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