A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, declarou que a redução do desmatamento na Amazônia, embora positiva, ainda é insuficiente e que é fundamental "quebrar a inércia" para alcançar melhores resultados na preservação da floresta.
Os dados oficiais mostram uma redução de 48% no desmatamento de janeiro a agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2022, e a ministra espera que essa porcentagem aumente para 50% em setembro.
Marina Silva também destacou que, embora a redução seja significativa, é necessário ir além, pois os resultados alcançados até agora ainda não são satisfatórios para a preservação da Amazônia e para o planeta como um todo. Ela enfatizou a importância de implementar medidas mais eficazes para combater o desmatamento e garantir a proteção da maior floresta tropical do mundo.
De acordo com o Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (DETER) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), os alertas de desmatamento na Amazônia totalizaram 3.712 km² de janeiro a agosto, representando uma redução de 48% em relação ao mesmo período do ano anterior.
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