O governo da Austrália voltou a defender a proibição do uso de redes sociais por menores de 16 anos, medida implementada em dezembro de 2025 devido aos impactos na saúde mental e física dos jovens. A declaração ocorreu após o órgão regulador da internet revelar que mais de 80% dos adolescentes do país continuam acessando as plataformas proibidas mesmo três meses após o início das restrições.
Apesar da alta taxa de descumprimento, autoridades australianas argumentam que a lei cumpriu o papel de reformular o debate nacional e alterar a forma como as famílias lidam com o ambiente digital. O modelo pioneiro do país também abriu caminho para discussões internacionais semelhantes e atrai forte oposição de grandes empresas de tecnologia.
O exemplo australiano vem inspirando medidas análogas pela Europa: a França aprovou recentemente um limite de idade parecido, e o Reino Unido planeja aplicar sanções severas a partir do próximo ano. Outras nações europeias, como Espanha, Grécia e Dinamarca, também desenvolvem projetos para restringir o acesso de crianças às redes sociais.
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