O presidente da França, Emmanuel Macron, declarou que "reconhecer o Estado palestino não é simplesmente um dever moral, mas uma exigência política". Segundo o líder francês, "os europeus devem reforçar seu posicionamento coletivo contra Israel caso não haja uma resposta adequada à situação humanitária a ser dada nas próximas horas e dias na Faixa de Gaza".
Esta é uma mentira descarada", disse o Ministério das Relações Exteriores de Israel em nota, defendendo ainda seus esforços para consentir o ingresso da ajuda humanitária no enclave. "Ao invés de pressionar os terroristas jihadistas, Macron quer recompensá-los com um Estado palestino. Sem dúvidas sua festa nacional [do Estado palestino] será em 7 de outubro", ironizou o comunicado israelense, referindo-se à data dos ataques do Hamas contra o país judeu em 2023.
Após o bloqueio de cerca de dois meses da entrada de ajuda humanitária em Gaza por parte do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, que só foi retomada na última semana, as Nações Unidas declararam na última sexta-feira que "toda a população palestina corre o risco de morrer de fome".
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