Como a empresa não tem escritório no Brasil, o TSE sugeriu que o encontro ocorresse com algum representante da plataforma para estabelecer contato e avaliar possíveis ações a serem adotadas, visando dar mais segurança às eleições presidenciais deste ano. A Corte já firmou parcerias semelhantes com outras plataformas, como o WhatsApp, Twitter e Facebook.
Segundo fontes do TSE, o ofício foi encaminhado a dois e-mails, mas nunca houve resposta. Já a tentativa de mandar o documento físico não se concretizou, pois ninguém foi localizado no suposto endereço da empresa, nos Emirados Árabes. Os registros dos Correios mostram que houve quatro tentativas de entrega, todas frustradas. Os motivos foram “empresa sem expediente” e “carteiro não atendido”.
Na visão de integrantes do TSE, o Telegram, muito utilizado por grupos ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL), é hoje um dos principais instrumentos utilizados para a disseminação de teorias da conspiração e informações falsas sobre o sistema eleitoral.
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