Há alegações de que o Irã teria colaborado com o grupo radical palestino Hamas no planejamento de um ataque que ocorreu no sábado (7) contra Israel, resultando em um elevado número de mortes e sendo comparado ao trágico evento de 11 de setembro.
Segundo informações obtidas por altos membros dos grupos radicais e relatadas ao Wall Street Journal (WSJ), membros de destaque do Hamas e do Hezbollah, outro grupo apoiado por Teerã, teriam dado luz verde para a ofensiva durante uma reunião realizada em Beirute, no Líbano, na semana anterior.
De acordo com as fontes, funcionários da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), a elite das forças armadas iranianas, teriam estado colaborando com o Hamas desde agosto para planejar um ataque abrangente a Tel Aviv, envolvendo operações terrestres, aéreas e marítimas.
O ataque a Israel, considerado o mais grave no Estado judeu desde a Guerra do Yom Kippur em 1973, teria sido planejado em várias reuniões realizadas na capital libanesa. Participaram desses encontros funcionários da IRGC e representantes de quatro grupos terroristas apoiados pelo Irã, incluindo o Hamas e o Hezbollah.
O Hamas governa a Faixa de Gaza, enquanto o Hezbollah é um grupo terrorista xiita que também possui presença política no Líbano. Essas alegações intensificam a preocupação com a escalada da violência na região e as implicações para a estabilidade no Oriente Médio mais de 806 sítios arqueológicos distribuídos pelo estado.
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