Restos ósseos do ancestral humano Homo Floresiensis foram descobertos em 2003 na Ilha de Flores, Indonésia.
A espécie humanoide chamou a atenção dos arqueólogos devido à baixa estatura, cerca de 1 metro e, por isso, recebeu o apelido de “Hobbit”, em homenagem à "raça" dos personagens de Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien.
Conforme a Nature, arqueólogos possuem evidências de que os esqueletos encontrados na Ilha de Flores têm entre 60 mil e 100 mil anos de existência. Agora, entretanto, o antropólogo aposentado da Universidade de Alberta, Gregory Forth, vem afirmando que ninguém sabe se o Homem de Flores foi realmente extinto.
“Nós não sabemos quando essa espécie foi extinta. Na verdade, não sabemos nem se ela foi extinta”, disse Forth à Live Science.
“Então, existe alguma possibilidade de ainda estar viva”, afirmou Forth, se referindo à espécie.
Em seu novo livro, Between Ape and Human — Entre o Primata e o Humano, em tradução livre —, Gregory Forth afirma que existem relatos de avistamentos de um “Homem Macaco” vivendo na ilha atualmente.
Desde 1984, a Ilha de Flores é alvo dos trabalhos de campo do autor, que escuta relatos da população descrevendo pequenos humanoides cobertos de pelo e vivendo na floresta há anos. Para o antropólogo evolucionista, Mark Collard, da Universidade do Canada, os avistamentos de “homens com características primatas” na Ilha de Flores não são diferentes dos encontros com Pé-Grande no Noroeste Pacífico e Columbia Britânica.
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