Enriquecer e conservar o Banco Ativo de Germoplasma de Guaraná (BAG), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Amazônia Ocidental, estão entre os principais objetivos de pesquisa apoiada pelo Governo do Amazonas, via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), intitulada “Conservação e uso da coleção de genótipos de guaranazeiro no Amazonas”.
O estudo apoiado pelo Programa Amazonas Estratégico, da Fapeam, promoveu a manutenção e o melhoramento genético do guaraná, o que causou o maior rendimento de sementes por planta, o maior teor de cafeína, além de permitir o aumento da tolerância às principais doenças do guaranazeiro, como a antracnose e o superbrotamento.
A primeira é causada pelo fungo Colletotrichum guaranicola, ocasionando em danos na redução da população, na produtividade e na qualidade de semente da fruta típica da Amazônia. Já o superbrotamento ocorre devido à presença do fungo Fusarium decemcellulare na planta, acarretando uma multiplicação exagerada de células, o que implica no atraso do desenvolvimento do guaraná, desde o estágio de muda.
O Banco Ativo de Germoplasma de Guaraná fica localizado no quilômetro 29 da rodovia AM-010, ao norte de Manaus, ocupando uma área de 3 hectares (ha), com plantas provenientes dos municípios de: Maués, Urucará, Parintins, Presidente Figueiredo, Itacoatiara e Manaus.
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