Revelações sobre a suposta estratégia de eliminação de terroristas em solo estrangeiro por parte da Índia estão levantando preocupações e questionamentos sobre a segurança nacional do país. De acordo com fontes dos serviços secretos indianos e paquistaneses, a agência de inteligência estrangeira da Índia, a Research & Analysis Wing (Raw), estaria envolvida em assassinatos no exterior desde 2019.
Os relatos sugerem que essas operações se intensificaram desde 2020, com cerca de 20 assassinatos atribuídos a agentes indianos. As alegações levantam questões sobre a política de Delhi em relação aos dissidentes e destacam a crescente atividade de células adormecidas indianas nos Emirados Árabes Unidos.
Segundo as fontes, a mudança de foco da agência de inteligência para alvos no exterior foi motivada pelo ataque de Pulwama em 2019, no qual 40 paramilitares indianos foram mortos. As operações teriam sido inspiradas por agências de inteligência como o Mossad, de Israel, e a KGB, da Rússia, com referências diretas ao assassinato do jornalista Jamal Khashoggi.
A Índia nega todas as acusações.
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