Segundo a OMM (Organização Meteorológica Mundial), o evento climático La Ninã deve continuar até pelo menos agosto, possivelmente até o outono ou início do inverno no Hemisfério Norte. O fenômeno afeta os padrões de temperatura e precipitação e aumenta secas e inundações em diferentes partes do mundo.
O La Niña é responsável pelo resfriamento em grande escala das temperaturas da superfície do Oceano Pacífico equatorial central e oriental, juntamente com mudanças na circulação atmosférica tropical, ou seja, ventos, pressão e precipitação. Geralmente, tem impactos opostos no clima em relação ao El Niño, que é a fase quente.
Os efeitos do La Niña podem ser observados na seca em curso no Chifre da Africa e no sul da América do Sul, assim como nas chuvas acima da média no Sudeste Asiático e na Australásia, bem como nas previsões de uma temporada de furacões acima da média no Atlântico.
No entanto, segundo a OMM, todos os eventos climáticos que ocorrem naturalmente são agravados pela mudança climática induzida pelo ser humano, que aumenta a temperatura global, deixa o clima mais extremo e impacta os padrões sazonais de precipitação e temperatura.
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