O Ministério Público do Amazonas (MPAM) ajuizou uma ação civil pública contra o município de Presidente Figueiredo para exigir a reforma urgente do Conselho Tutelar local. A medida ocorre após a prefeitura ignorar recomendações anteriores sobre o estado precário da sede, que sofre com rachaduras, infiltrações e falta de acessibilidade, comprometendo o atendimento digno a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
Na ação, a promotora Violeta Núbia Melo Barbosa Oliveira solicita que a Justiça obrigue o município a fornecer, em até 30 dias, infraestrutura básica como computadores, internet de alta velocidade, sistema de dados e veículos exclusivos. Além disso, o MP exige a contratação imediata de uma equipe de apoio completa, incluindo motoristas, seguranças e profissionais especializados, como psicólogos e assistentes sociais para atuação exclusiva no órgão.
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