Guilherme Ribeiro, presidente do Conab, falou sobre as dificuldades enfrentadas ao longo do processo. “A recuperação é limitada, uma vez que a estiagem e as geadas ocorridas ainda no ano passado, principalmente em Minas Gerais, no Paraná e em São Paulo, debilitaram as plantas, influenciando no desempenho produtivo das lavouras de café”, declarou.
De acordo com a companhia, o café do tipo arábica é aquele que mais deve ser influenciado pelo clima adverso, uma vez em que a sua concentração ocorre nas regiões mais impactadas pelas baixas temperaturas, além da escassez hídrica. Em movimento oposto ao arábica, a produção de café conilon deve atingir novo recorde, com colheita de 17,7 milhões de sacas beneficiadas, representado um aumento de 8,7% em relação à safra anterior.
Nos quatro primeiros meses deste ano, o Brasil exportou 14,1 milhões de sacas de 60 quilos de café. O volume é 10,8% menor do que o exportado em período do ano passado.