Com carros elétricos, satélites, foguetes espaciais e outros itens na lista, o portfólio de empresas de Elon Musk já é bem diversificado. Mas o bilionário quer mais e sua atual “aventura” corporativa é no campo da tecnologia de interface neural.
A Neurolink, empresa fundada por ele e que veio a público em 2017, trabalha para construir um dispositivo que poderia ser incorporado ao órgão humano para gravar a atividade cerebral e potencialmente estimulá-la. O objetivo final, segundo declarações de Musk, é alcançar a "simbiose" entre o cérebro humano e a inteligência artificial. Mas outras aplicações práticas no campo da saúde têm chamado a atenção dos cientistas.
O chip que a Neuralink está desenvolvendo tem o tamanho próximo ao de uma moeda e seria embutido no crânio dos pacientes. O equipamento é formado por uma série de pequenos “tentáculos”, cerca de 20 vezes mais finos que um fio de cabelo humano, que se espalham no cérebro.
Os fios são equipados com 1.024 eletrodos capazes de monitorar a atividade cerebral e, teoricamente, estimular eletricamente o cérebro. Os dados obtidos são transmitidos para computadores onde podem ser acessados por pesquisadores. Além disso, a empresa também desenvolve um robô equipado com uma agulha rígida para perfurar os fios flexíveis e implantar o dispositivo.
Copyright © 2021-2026. Onjornal - Todos os direitos reservados.