Um ambiente leve, descontraído, mas também de bastante exigência. Assim os jogadores da Seleção descrevem o dia a dia de trabalho com o técnico Carlo Ancelotti. Em sua segunda data Fifa com o grupo do Brasil, o treinador italiano tem aproveitado o escasso tempo de trabalho não apenas para transmitir seus conceitos técnicos e táticos, mas também para se aproximar dos atletas e criar conexões com eles.
Com a Seleção concentrada na Granja Comary, em Teresópolis, no Rio de Janeiro, Ancelotti faz questão de estar próximo dos jogadores nos momentos de folga, falar de questões extracampo e também participar de momentos de descontração, como os trotes aos convocados pela primeira vez.
“Ele é um cara que, apesar de estar aprendendo português, fala muito bem. Ele tenta se comunicar com a gente. Nos trotes, ele tenta se entrosar também. É um cara que a gente respeita muito. Ganhou tudo no futebol. A gente fica muito orgulhoso de ver um cara desse trabalhando com a gente e sempre tentando se aproximar dos jogadores. É um privilégio, uma honra estar com ele”, contou Gabriel Martinelli, em entrevista coletiva neste domingo.
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