A defesa do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), pediu a liberdade provisória do oficial do Exército no Supremo Tribunal Federal (STF). Cid está preso de forma preventiva desde maio deste ano.
Nessa sexta-feira (8), o advogado Cezar Bittencourt afirmou que pediu o “relaxamento da prisão” do tenente-coronel.
A petição de Bittencourt ainda está sendo analisada por Moraes, que é relator dos inquéritos nos quais Cid é investigado. Cabe ao ministro da Suprema Corte decidir se manterá o militar preso ou se permitirá a liberdade provisória dele até o julgamento.
O pedido de liberdade provisória é feito dias após a Polícia Federal ter aceito a deleção premiada de Cid. Agora, com o aval da PF, cabe ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) analisar as condições para a formalização do acordo.
O tenente-coronel Mauro Cid é suspeito pela venda ilegal de joias recebidas por comitivas presidenciais; é investigado por envolvimento na suposta tentativa de invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por falsificação dos cartões de vacinação da família Bolsonaro.
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