Um dia depois de manifestantes tomarem as ruas de Cuba em protestos contra o governo, o regime da ilha cortou a internet da população, e plataformas como WhatsApp, Facebook, Instagram e Telegram funcionaram nesta segunda-feira (12) com instabilidade –quando funcionaram. Organizadas por mídias sociais, as manifestações irritaram a cúpula do governo, que chegou a criticar os youtubers contrários à ditadura.
Pela manhã, o líder do regime cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou em pronunciamento que, “se as pessoas ouvirem esses youtubers, estarão apoiando uma mudança de regime que trará um sistema que não terá preocupação com o bem-estar da população”.
Para que não houvesse comunicação, troca de informações ou convocação para novos protestos, a internet foi suspensa em quase 50 pontos do país, em toda a ilha, segundo monitoramento do NetBlocks, organização que monitora a internet livre pelo mundo.
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