E parece que voltamos a adrenalina da grande corrida espacial, onde os países “duelam” entre si para explorarem mais o infinito universo em que vivemos. Os Estados Unidos obviamente são referência quando pensamos em missões espaciais e o desenvolvimento de tecnologias, porém, a China também está evoluindo no setor e possui projetos ambiciosos para levar astronautas à Lua, e claro, essa concorrência tem dado o que falar.
O ex-astronauta e diretor admnistrativo da Nasa, Bill Nilson, teceu críticas as iniciativas chinesas disse aos demais países que Pequim ‘pode ter planos para dominar os locais mais ricos em recursos na lua’. “Estamos em uma corrida espacial, e penso que seja melhor ficarmos atentos para que os chineses não nos enganem com uma desculpa de pesquisa científica, quando menos esperarmos, eles dirão para ficarmos fora do território lunar deles", declarou.
Em comunicado à imprensa, Liu Pengyu, porta-voz da Embaixada da China em Washington, nos Estados Unidos, negou as acusações de que o país poderia sabotar ou prejudicar missões espaciais de outros nações.
"Algumas autoridades dos Estados Unidos falaram de forma irresponsável para deturpar os esforços espaciais normais e legítimos da China", defendeu o porta-voz.
Em resposta as acusações norte-americanas, porta-voz da embaixada chinesa em Washington, Liu Pengyu, argumentou em defesa de seu país. "A China sempre defende o uso pacífico do espaço sideral, se opõe ao armamento e à corrida armamentista no espaço sideral. A China trabalha ativamente para construir uma comunidade com um futuro compartilhado para a humanidade no domínio espacial", acrescentou Liu.
O próximo capítulo desta exploração espacial deve ocorrer em maio de 2024 na missão Artemis 2. Espera-se que tripulantes viagem abordo de uma nave para realização de testes de lançamento, acoplagem, sobrevivência e transporte de carga do veículo espacial na lua.
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