Castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoas... Sendo brasileiras, já estamos habituados a ouvir muito sobre essas oleaginosas tão famosas – e deliciosas – em nossas rotinas. Além das já citadas, o Brasil possui uma variedade imensa de castanhas e sementes comestíveis, fato que sempre nos mantém no ranking de países com a maior produção de castanhas do mundo.
Mas, nem só de alimentos convencionais se vive essa vida, certo? E se você fosse apresentado a uma castanha com dois chifres curvados para baixo, tendo uma aparência que lembra a cabeça de um touro, ou para a maioria, um morcego? Você comeria? Pois bem, ela existe!
Sendo mais comuns em rios e lagoas, a planta que dá origem à castanha faz parte da família Trapaceae, da espécie Trapa natans L., e tem caules verdes em formato de tubos que crescem até 1,5 metros. Apesar disso, mais de dois terços da planta permanece submersa, enquanto as folhas flutuam na água.
Elas podem parecer novidade, mas essas castanhas crescem nas regiões temperadas e tropicais da Ásia há mais de 3 mil anos! Nos tempos antigos, a iguaria também se fazia presente na Europa, onde era assada e vendida como lanche de rua.