No cenário tecnológico brasileiro, desponta o supercomputador Santos Dumont, uma homenagem ao ilustre aviador brasileiro, cuja capacidade de processamento alcança a notável marca de resolver bilhões de contas matemáticas por segundo. Além de seu impressionante desempenho, o Santos Dumont desempenhou um papel crucial em pesquisas científicas, destacando-se como uma ferramenta fundamental durante a pandemia de Covid-19.
Em 2022, esse colosso computacional conquistou a 178ª posição no renomado ranking da TOP 500, uma associação sem fins lucrativos que há mais de duas décadas analisa o desenvolvimento tecnológico no campo dos supercomputadores em escala global.
O coração do Santos Dumont bate com alta velocidade de processamento, uma capacidade de memória extraordinária, uma rede de comunicação eficiente e um sistema de armazenamento paralelo. Esta máquina de ponta, na verdade, consiste em um conjunto de computadores simples que, em harmonia, executam façanhas notáveis.
Na prática, a imensa quantidade de informações é desmembrada em partes menores, sendo processada por cada um desses dispositivos. Cada computador simples assume a responsabilidade por três etapas cruciais: o processamento de um lote reduzido de informações, a comunicação eficaz com outros dispositivos e o armazenamento seguro dos dados processados.
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