Um relatório publicado pela Organização Meteorológica Mundial (WMO) mostrou que 2025 atingiu níveis de concentração “sem precedentes” de gases do efeito estufa na atmosfera.
O estudo constatou que a concentração de dióxido de carbono (CO?), o principal desses gases, é 53% mais alto do que em níveis pré-industriais (antes de 1750). Em relação ao metano (CH?), a concentração é 167% maior, na mesma base de comparação. Já o óxido nitroso (N?O), o gás com maior potencial de aquecimento dentre os três, tem um nível 26% superior ao nível pré-industrial.
Em 2025, a concentração de dióxido de carbono atingiu 426,8 partes por milhão (ppm). Isso significa que, a cada um milhão de moléculas suspensas na atmosfera, aproximadamente 426 são de gás carbônico.
São 2,8 ppm a mais do que em 2024.
O crescimento foi um pouco abaixo do registrado em 2024 (3,6 ppm), na comparação com o ano anterior, mas ficou acima da média da década (2,62 ppm por ano).
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