Na quarta-feira (15/03), a Comissão Especial Parlamentar de Inquérito (CPI) da Águas de Manaus foi formada pela Câmara Municipal de Manaus (CMM). A CPI tem como objetivo investigar possíveis irregularidades cometidas pela concessionária, incluindo cobrança de taxa de esgoto em locais que não possuem o serviço e reajustes feitos pela empresa.
O vereador Diego Afonso (União Brasil) foi eleito por unanimidade para liderar a Comissão, que contará com sete membros titulares e quatro suplentes. Os vereadores indicados para a CPI foram selecionados de acordo com os blocos partidários: Diego Afonso e Everton Assis, do União Brasil; Rodrigo Guedes (Podemos); William Alemão (Cidadania); Ivo Neto (Patriota); Marcelo Serafim (PSB) e Rosivaldo Cordovil (PSDB). Os suplentes são: Professora Jacqueline (União Brasil), Allan Campelo (PSC), Capitão Carpê e Márcio Tavares, ambos do Republicanos.
A CPI terá um prazo de 30 Reuniões Ordinárias (aproximadamente dois meses), de acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal, podendo ser prorrogada por mais 15 reuniões (cerca de um mês). As reuniões poderão ocorrer fora da Casa, desde que aprovadas pelo Plenário. A iniciativa do requerimento teve a assinatura de 18 vereadores e foi proposta pelos vereadores Bessa (Solidariedade), Rodrigo Guedes (Podemos) e Thaysa Lippy (PP).
A CPI da Águas de Manaus visa fiscalizar o trabalho executado pela concessionária e investigar possíveis práticas irregulares. O requerimento da CPI se tornou relevante devido às reclamações dos usuários sobre a cobrança indevida da taxa de esgoto, mesmo em áreas onde o serviço não é fornecido. A empresa também é alvo de críticas pela falta de transparência nos aumentos das tarifas, o que gerou insatisfação da população.
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