A convenção nacional do PDT, desta sexta-feira (21), foi totalmente virtual. A sua finalidade principal foi marcar a nova ordem da campanha presidencial de Ciro Gomes, coincidindo com o centenário do nascimento de Leonel de Moura Brizola, sábado (22). Brizola foi o fundador do partido. Ciro promete um discurso forte para o evento. Ele foi apresentado como o ‘rebelde da esperança’ e disse que quer fazer mudanças no Brasil.
Ciro, tratou do endividamento médio das famílias brasileiras que atingiu 70,9% em 2021, o maior patamar nos últimos 11 anos. O pré-candidato do PDT ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes resgatou uma proposta estruturada no Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND) desde 2018: o suporte público para renegociação das dívidas e restabelecimento do crédito para os cidadãos.
“Defendo um programa de refinanciamento governamental que ajude nosso povo a limpar o nome no SPC e Serasa”, enfatizou, referenciando a atuação dos bancos estatais para reduzir o valor das pendências financeiras, que está no patamar médio de R$4.200.
Ao citar que “cerca de 60% do consumo do que é produzido no Brasil vem das famílias”, o ex-ministro da Fazenda contextualizou a vinculação direta com três fatores: emprego, renda e crédito. Estes eixos demandam, para o pedetista, um estímulo fundamental proveniente do Estado para geração do ciclo econômico virtuoso e sustentável.
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