Não fosse a China, as exportações brasileiras neste ano estariam caindo 3%, segundo cálculo do Ministério da Indústria e Comércio (Mdic).
De janeiro a novembro, em relação ao mesmo período do ano passado, as vendas para o país cresceram 14,7%. Para o resto do mundo, diminuíram 4,1%, resultado em linha com a projeção da Unctad (Agência da ONU para o Comércio e o Desenvolvimento) para este ano, de uma queda de 5% no comércio mundial.
A expectativa é que o Brasil feche 2023 com exportações para a China acima de US$ 100 bilhões, número jamais alcançado com qualquer parceiro comercial.
o principal jornal do Partido Comunista e do país, a pesquisadora chinesa He Luyang também ressaltou os passos dados em 2023 para a cooperação de Brasil e China em economia de baixo carbono, proteção ambiental e mudança climática.
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