O jornal Financial Times informou na quinta-feira (11) que a China e o Equador firmaram um acordo de livre comércio, o que representa um sinal da crescente influência de Beijing na América Latina e desagrada os Estados Unidos.
Ainda sujeito à aprovação legislativa, o acordo tem como objetivo aumentar as exportações não petrolíferas em até US$ 4 bilhões. Apesar dos EUA serem o maior parceiro comercial do Equador, a China se torna o principal parceiro se o petróleo não for incluído.
O acordo de livre comércio cobre uma ampla variedade de produtos, incluindo agrícolas e agroindustriais, como camarão, banana, flores cortadas, cacau e café. De acordo com o ministro do Comércio da China, Wang Wentao, essa é uma oportunidade para ampliar a cooperação entre os países. O ministro equatoriano da Produção, Comércio, Investimentos e Pesca, Julio José Prado, também se mostrou otimista e afirmou que o acordo coloca o Equador no mapa da Ásia.
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