Em meio a uma verdadeira onda criminosa de assédio eleitoral de empresários bolsonaristas sobre seus trabalhadores para que eles não votem em Lula (PT), centrais sindicais do Rio Grande do Sul, um dos estados com maior número de ocorrências desse tipo, lançaram, nesta sexta-feira (21), uma nota conjunta contra esse tipo de coação.
O Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou, até a última sexta, 1.112 denúncias em todo país, das quais 85 no estado gaúcho. Em 2018, foram contabilizados 212 casos em todo território nacional.
O documento é assinado CUT (Central Única dos Trabalhadores); CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), Intersindical – Central da Classe Trabalhadora, CSP-Conlutas, CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), Pública – Central do Servidor e Fórum.
“As Centrais Sindicais no Rio Grande do Sul repudiam a onda de assédio eleitoral promovida por empresários inescrupulosos que não têm compromisso com as liberdades democráticas e com a lei. Exigimos a sua rápida responsabilização por parte das instituições, como o Ministério Público e o Judiciário, para que possamos ter eleições verdadeiramente livres”, diz a nota.
Para denunciar casos de coação eleitoral, acesse o site do Ministério Público do Trabalho: https://mpt.mp.br
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