Em meio às pressões da oposição bolsonarista pela aprovação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), e da ideia de se protocolar no dia 9 de setembro um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, as principais centrais sindicais brasileiras divulgaram, ontem (15), uma nota em conjunto em defesa do magistrado. A operação contra Moraes se intensificou depois que o jornal Folha de S. Paulo publicou uma reportagem afirmando que o ministro teria utilizado relatórios para embasar suas próprias decisões contra aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no inquérito das fake news e das milícias digitais.
Na nota, assinada pelos presidentes da CUT, Força Sindical, UGT e CTB, Sérgio Nobre, Miguel Torres, Ricardo Patah e Adilson Araújo, pela ordem, as centrais sindicais afirmam que os atuais movimentos contra Moraes visam a atacar e fragilizar a democracia. Diz ainda que são reações de setores inconformados com o papel desempenhado pelo magistrado para salvaguardar a ordem constitucional e o bem-estar do País.
"Alertamos a sociedade que os atuais movimentos visando atacar e fragilizar a Democracia, utilizando-se, como método, da desestabilização do Ministro do STF, Alexandre de Moraes, são reações de setores inconformados com o seu importante papel para salvaguardar a ordem constitucional e o bem-estar do País", diz a nota.
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