O escândalo da "Abin paralela" continua a ganhar força e pode resultar em sérias consequências para Jair Bolsonaro e seu círculo próximo, juntamente com as alegações de desvio e venda de joias pertencentes ao Estado brasileiro. A quarta fase da Operação Última Milha, deflagrada pela Polícia Federal trouxe à tona novos detalhes sobre a arapongagem ilegal durante o governo Bolsonaro.
A estrutura clandestina teria sido utilizada para espionar adversários, incluindo ministros do STF, parlamentares e jornalistas, além de aliados como o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O objetivo era obter informações para beneficiar o grupo, alimentar o chamado gabinete do ódio e proteger os filhos do ex-presidente.
Entre os materiais investigados está a gravação de uma reunião, cujo conteúdo ainda não foi totalmente revelado, mas considerado potencialmente explosivo. Participaram dessa reunião Jair Bolsonaro, o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, e o então ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno.
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