domingo, 08 de novembro de 2026
02/11/2026   11:40h - Política Internacional

Casa Branca planeja governar por decretos se democratas assumirem Congresso dos EUA

Foto: REUTERS/Kevin Mohatt

Uma sequência de manifestações tem mobilizado diferentes países da Europa nas últimas semanas, impulsionada pelo aumento do custo de vida, pela crise habitacional, pela precariedade dos serviços públicos e pela insatisfação política. Os atos ganharam força especialmente entre jovens da chamada Geração Z e ocorreram em países como França, Alemanha, Portugal e Reino Unido. Apesar de apresentarem reivindicações distintas, os movimentos refletem dificuldades econômicas e cobranças por respostas dos governos.

 

Na França, os protestos chegaram ao terceiro fim de semana consecutivo, reunindo cerca de 320 mil pessoas em manifestações realizadas no sábado (31), segundo autoridades. Os participantes criticam os preços dos combustíveis, as condições da educação e o custo da moradia. Na Alemanha, jovens cobram investimentos em educação, saúde e proteção ambiental. Em Portugal, milhares de pessoas protestaram contra a alta dos imóveis e dos aluguéis. Já no Reino Unido, manifestações em Londres terminaram com 139 detenções durante atos de apoio à organização Palestine Action, proibida pelo governo britânico.

 

Além das mobilizações nas ruas, a Polônia enfrenta uma disputa institucional envolvendo o governo do primeiro-ministro Donald Tusk, o presidente Karol Nawrocki e o Tribunal Constitucional. Embora tenham causas diferentes, os episódios evidenciam um cenário de pressão econômica e política em diversas partes do continente. Uma pesquisa da União Europeia citada pela Reuters aponta que 40% dos jovens entre 16 e 30 anos demonstravam preocupação com os preços e o custo de vida em 2025. O avanço das manifestações reforça o desafio dos governos de responder às demandas sociais e preservar a estabilidade institucional.

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