O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou sua satisfação com a votação ocorrida na Câmara na noite de terça-feira (22), que aprovou definitivamente o arcabouço fiscal. A aprovação foi saudada por Haddad como um sinal de "denominador comum" encontrado entre forças políticas divergentes, visando a substituição do teto de gastos, implementado em 2017 para conter o crescimento dos gastos públicos.
Haddad destacou a "expressiva votação" como um indicativo de convergência entre forças políticas que, à primeira vista, poderiam ser consideradas antagônicas. Essa convergência é voltada para a adoção de uma nova regra fiscal, que irá substituir o teto de gastos vigente.
O ministro observou que o governo agora tem a responsabilidade de determinar o "ritmo desse equilíbrio das contas públicas". Isso se traduz em agir de maneira a acelerar a redução do déficit público e atingir as metas definidas pelo arcabouço fiscal aprovado.
Fernando Haddad ressaltou a grande expectativa que existia para a substituição do teto de gastos por uma abordagem mais coerente e eficaz. Com a ampla aprovação nas duas Casas do Congresso, acredita-se que um consenso tenha sido alcançado entre diferentes forças políticas. Esse consenso aponta para a criação de uma regra fiscal que ofereça à sociedade brasileira, investidores e cidadãos a garantia de uma economia caminhando em direção ao equilíbrio fiscal.
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