No sábado (7), ocorreram ataques do grupo Hamas contra Israel, um dia após o 50º aniversário da Guerra de 1973, também conhecida como a Guerra do Yom Kippur. Esta guerra quase levou Israel a uma derrota e teve início com um ataque dos vizinhos árabes, liderados pelo Egito e Síria, contra Israel.
O nome "Yom Kippur" refere-se ao Dia do Perdão, um importante feriado judaico. Em 1973, o conflito começou em 6 de outubro, que coincidia com o Dia do Perdão naquele ano. Em 2023, o feriado ocorreu entre 24 e 25 de setembro, de acordo com o calendário lunar.
O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou que mantém contato com cerca de 90 brasileiros que residem na Faixa de Gaza ou em cidades de Israel na zona de conflito entre israelenses e palestinos. No total, estima-se que 14 mil brasileiros vivam em Israel, e outros 6 mil, na Palestina, com a maioria fora das áreas afetadas pelos ataques deste sábado.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que o país está pronto para oferecer "todos os meios apropriados de apoio" a Israel, que foi alvo dos bombardeios do Hamas no sábado. O ex-presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), declarou em rede social que o Brasil "não poupará esforços" para evitar a escalada do conflito no Oriente Médio entre israelenses e palestinos. A situação continua a evoluir, e a comunidade internacional acompanha de perto os desenvolvimentos na região.
Por Lucas Araújo
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