Um relatório da revista alemã “Der Spiegel” aponta que 38 parlamentares da Alemanha – sete membros do Bundestag, o Parlamento local, e 31 representantes estaduais – estão entre os afetados por um ataque cibernético vinculado a hackers da Rússia.
A invasão faria parte da campanha “Ghostwriter”, supostamente ligada ao GRU (Serviço de Inteligência Militar da Rússia). O alvo eram políticos do SPD (Partido Social Democrata) e CDU (União Democrática Cristã) – sigla da chanceler Angela Merkel.
Os hackers teriam usado emails de phishing – mensagens falsas criadas para parecer legítimas e enganar as vítimas. Outros dezenas de ativistas alemães também teriam sido afetados pelo ataque. Ainda não está claro se houve vazamento de dados.
Em janeiro, hackers tentaram interromper um encontro que elegeria as novas lideranças do CDU. Os ataques sobrecarregaram o servidor do site do partido até que entrasse em colapso e interrompesse a transmissão do evento. A maioria vinha do exterior, apontou uma investigação. A UE (União Europeia) já impôs sanções a altos funcionários da inteligência russa após um ataque que violou dados do Bundestag em 2015. O alvo era Angela Merkel
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